A sociedade é muito acostumada a julgar: julgar a vida, os gostos, as idéias, as atitudes e as escolhas de outrem.
Desde os primórdios a grande diversão das pessoas é censurar os vícios alheios, apontando cada defeito a ser corrigido.
E para os que condenam todo e qualquer tipo de erro, já aviso de antemão: não sou um modelo a ser seguido. Portanto, não esperem que eu me comporte da forma como desejam.
Não queiram que eu não tenha dúvidas, que eu seja sempre segura. Isso sequer combina comigo, pelo contrário: minha natureza é essencialmente insegura, inconstante, mutável, maluca.
Só peço que sejam empáticos. E, àqueles que nutrem por mim alguma simpatia, que me aceitem assim. Como esse poço de inadequações.
Ou então que me deixem em paz.
Desde os primórdios a grande diversão das pessoas é censurar os vícios alheios, apontando cada defeito a ser corrigido.
E para os que condenam todo e qualquer tipo de erro, já aviso de antemão: não sou um modelo a ser seguido. Portanto, não esperem que eu me comporte da forma como desejam.
Não queiram que eu não tenha dúvidas, que eu seja sempre segura. Isso sequer combina comigo, pelo contrário: minha natureza é essencialmente insegura, inconstante, mutável, maluca.
Só peço que sejam empáticos. E, àqueles que nutrem por mim alguma simpatia, que me aceitem assim. Como esse poço de inadequações.
Ou então que me deixem em paz.


