Madrugada de sábado de Carnaval.
E eu, pessoa sortuda que sou, continuo com uma maldita conjuntivite [que deve durar mais uma semana ainda] e de molho em casa. E isso é só porque eu a-do-ro axé, carnaval, samba, feriado e tudo mais.
Ok, then.
Daí que aluguei uns filminhos pra ludibriar o ócio que me acomete durante esses dias, e, ao ligar a tv, antes de colocar o filme, quem vejo? Lá está Jammil: sim, Jammil e Uma Noites se apresentando no bloco-de-whatever em Salvador e gritando de forma efusiva “Vamo levantá o abadáá, galééééraaa!”.
Sminf.
Isso é de doer ainda mais o meu coraçãozinho conjuntival.
Ainda por cima, a aparição do Jammilzão me fez lembrar do show perfeito deles que fui no começo do ano passado! Os caras simplesmente cantaram e tocaram 4 horas sem parar! E eu lá embaixo correndo atrás do trio, toda eufórica, quase pulando em cima do tiozinho que tava vendendo água mineral, que eu comprava e jogava inteira no corpo [É, que sede o quê! O calor era mais forte! Hahaha].
E as musgas então? Clima de animação totaaal! “Sou praiêêêro, sou guerrêêêro, tou soltêêêro, quero-mais-o-quêêê” [Com direito até a cotucão do ex: 'ta solteira nada: ta namorando! Humpft!'].
Ah, só sei que todo mundo lá, feliz e sacolejante ao som do ritmo baiano, me fez perceber o quanto eu adooouro um axézão. E que me desculpem os que não gostam.
Aliás, tem tanta gente que não gosta de carnaval e vai ficar em casa por opção nesses dias. Por quê justo eu, que adoro, tenho que ficar doente?
No é possível.
Deus dá nozes aos desdentados mesmo.
Pergunta que não quer calar:
Sozinha, triste, doente, isolada do convívio social e meio cega dum olho BEM na semana de Carnaval: fui vítima de mandinga forte ou não fui? Sminf.
E eu, pessoa sortuda que sou, continuo com uma maldita conjuntivite [que deve durar mais uma semana ainda] e de molho em casa. E isso é só porque eu a-do-ro axé, carnaval, samba, feriado e tudo mais.
Ok, then.
Daí que aluguei uns filminhos pra ludibriar o ócio que me acomete durante esses dias, e, ao ligar a tv, antes de colocar o filme, quem vejo? Lá está Jammil: sim, Jammil e Uma Noites se apresentando no bloco-de-whatever em Salvador e gritando de forma efusiva “Vamo levantá o abadáá, galééééraaa!”.
Sminf.
Isso é de doer ainda mais o meu coraçãozinho conjuntival.
Ainda por cima, a aparição do Jammilzão me fez lembrar do show perfeito deles que fui no começo do ano passado! Os caras simplesmente cantaram e tocaram 4 horas sem parar! E eu lá embaixo correndo atrás do trio, toda eufórica, quase pulando em cima do tiozinho que tava vendendo água mineral, que eu comprava e jogava inteira no corpo [É, que sede o quê! O calor era mais forte! Hahaha].
E as musgas então? Clima de animação totaaal! “Sou praiêêêro, sou guerrêêêro, tou soltêêêro, quero-mais-o-quêêê” [Com direito até a cotucão do ex: 'ta solteira nada: ta namorando! Humpft!'].
Ah, só sei que todo mundo lá, feliz e sacolejante ao som do ritmo baiano, me fez perceber o quanto eu adooouro um axézão. E que me desculpem os que não gostam.
Aliás, tem tanta gente que não gosta de carnaval e vai ficar em casa por opção nesses dias. Por quê justo eu, que adoro, tenho que ficar doente?
No é possível.
Deus dá nozes aos desdentados mesmo.
Pergunta que não quer calar:
Sozinha, triste, doente, isolada do convívio social e meio cega dum olho BEM na semana de Carnaval: fui vítima de mandinga forte ou não fui? Sminf.

