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segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Aêêê!

Impressionante. Quando eu bebo, eu fico bonita.
É só beber e me olhar no espelho. Pronto, tô linda!
Que plástica o quê! Não tem spa, não tem regime, não tem maquiagem, não tem photoshop... o negócio é se embebedar e se olhar no espelho: lá estará você, bela e maravilhosa como a Gisele Bündchen!
E o mais legal é que não é só você que se acha linda: parece que todo o bar acompanha sua linha de raciocínio [talvez porquê todos também estejam bêbados, mas isso é mero detalhe].

Issaê então: descobri a fórmula da beleza, galerinha!
Bóra todo mundo encher a cara!

*Posteriores impugnações serão justificadas. Afinal, quem vos fala no momento é uma Lih totalmente breaca numa noite de domingo.

sábado, 8 de dezembro de 2007

Super sexta

Você sai numa sexta-feira à noite.
Passa na casa da sua amiga de infância, revê seus tios, e se dá conta de que há muito tempo não é mais a criança que brincou durante tantos anos naquela casa. Há agora uma nova criança no local: o filho da sua melhor amiga!
É, o tempo passa rápido, implacável...

Vocês vão para um bar. Bebem, bebem, encontram amigos, conhecidos. Mas nada disso te satisfaz. Simplesmente porque você espera por aquilo que te complete, que te faça feliz de verdade.
A noite termina.
Você volta para sua casa. O carro morre na rampa da Avenida Sampaio Vidal.
Morre uma, duas, três, quatro, cinco, seis vezes.
Você morre junto com o carro.
Um moço gentil e solícito pára seu veículo e te oferece ajuda, ao que você prontamente aceita, afinal, já nem sabe mais o que fazer.
E continua o trajeto até a sua casa após a bendita salvação do moço estranho.

Ao chegar em casa, sua cachorra late incessantemente, fazendo com que sua mãe e seu irmão acordem.
Você vai para o quarto. Liga pra ele.
O telefone está fora de área e sequer chega a chamar.
Enfim, suas ilusões acabam por completo.

Melhor dormir mesmo. Acabou a sexta-feira...
E com ela todas as esperanças do dia.

sábado, 18 de agosto de 2007

Grrr...

Noite no Berlin ontem, junto dos amigos e namorado, com direito a muitas cervejas e gargalhadas. No palco uma ótima banda de rock.
Eis que, de repente, olho para o lado e vejo a vadia. Não, não é uma ex-namorada do meu atual e nem aspirante à futura, não é concorrente de trabalho, nem a gostosona da academia, aliás, muito longe disso.
Na verdade, tudo faz parte de uma história de briga entre famílias. E o que mais me revolta é a humilhação pela qual a cretina me fez passar quando eu era criança.
Daí que ela me olha com aquela cara de desprezo, que eu retribuo prontamente, através da minha pior cara de nojo.
Então entra em cena o meu alter-ego mais violento: ele quer quebrar todos os dentes da vagaba, até que ela só consiga engolir coisas que se encontrem em estado físico líquido.
Meu outro alter-ego, mais sensato, me diz que devo manter a calma, afinal, o estrupício não vale o pingo-da-minha-cerveja-que-caiu-no-chão.

Acho que sou um tanto vingativa. E não venha me dizer que a vingança não leva a nada, porque irei te mandar à merda. Só quem passa por uma determinada situação é que pode saber a dor que sentiu e o quão saborosa pode ser uma vingança.

Pois bem, resolvo aproveitar o show de rock e continuar bebendo junto com a galera, todos ótimas companhias.
Fui bebendo, bebendo... e quando percebi já era 5h30min e eu estava indo embora!
É, não foi ontem! E eu ainda não consigo afirmar com certeza se isso foi bom ou ruim.

quarta-feira, 1 de agosto de 2007

Inutilidades

Happy Hour ontem, com direito à cervejinha pra aproveitar o último dia de férias. Saldo final: Lih de ressaca, mas só um pouquinho...
Mesmo assim, muito bom sair pra beber, rir e falar um montão de besteiras!
Urrú!

No mais, sinto que hoje é dia de falar, falar e não dizer nada. Nostalgia. Volta às aulas.
Snif.