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sábado, 8 de dezembro de 2007

Super sexta

Você sai numa sexta-feira à noite.
Passa na casa da sua amiga de infância, revê seus tios, e se dá conta de que há muito tempo não é mais a criança que brincou durante tantos anos naquela casa. Há agora uma nova criança no local: o filho da sua melhor amiga!
É, o tempo passa rápido, implacável...

Vocês vão para um bar. Bebem, bebem, encontram amigos, conhecidos. Mas nada disso te satisfaz. Simplesmente porque você espera por aquilo que te complete, que te faça feliz de verdade.
A noite termina.
Você volta para sua casa. O carro morre na rampa da Avenida Sampaio Vidal.
Morre uma, duas, três, quatro, cinco, seis vezes.
Você morre junto com o carro.
Um moço gentil e solícito pára seu veículo e te oferece ajuda, ao que você prontamente aceita, afinal, já nem sabe mais o que fazer.
E continua o trajeto até a sua casa após a bendita salvação do moço estranho.

Ao chegar em casa, sua cachorra late incessantemente, fazendo com que sua mãe e seu irmão acordem.
Você vai para o quarto. Liga pra ele.
O telefone está fora de área e sequer chega a chamar.
Enfim, suas ilusões acabam por completo.

Melhor dormir mesmo. Acabou a sexta-feira...
E com ela todas as esperanças do dia.

sábado, 3 de novembro de 2007

Karma.

Sabe aquelas fases em que dá tudo errado contigo [de novo]?
Poizé: meu projeto pro Congresso não foi selecionado, a merda da micro-cidade que eu moro continua insistindo em dizer que a Aline ficou-com-não-sei-quem sendo que ela no ficou, as pessoas com quem eu gosto de conversar moram longe de mim, e só pra completar bati o carro. É, e eu sempre erro nas decisões que tomo! O pior é que não adianta errar, eu nunca aprendo.
Clap, clap, clap.
Palmas pra mim.

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Corajoso é aquele que consegue assumir seus medos.

A insônia me consumindo cada dia mais...

Resolvi postar agora pra falar um pouco sobre os meus medos... dá até pra fazer uma listinha. So, let’s go:
.

01. Tenho medo de ir mal em provas.

02. Tenho medo de me sentir sozinha.

03. Tenho medo de vírus.

04. Tenho medo [pavor] de ficar sem Internet.

05. Tenho medo de ficar sem dinheiro.

06. Tenho medo de perder quem eu amo.

07. Tenho medo de morrer e ficar devendo [ninguém merece morrer dando o calote].

08. Tenho medo de morrer e não ficar devendo [porque só morrer já deve ser bem ruim].

09. Tenho medo de ser frígida.

10. Tenho medo de ficar careca.

11. Tenho medo de que a água acabe.

12. Tenho medo de mim [principalmente quando não sei o que quero, leia-se ‘sempre’].

13. Tenho medo de estuprador.

14. Tenho medo de pesadelo.

15. Tenho medo de trovão.

16. Tenho medo de ser atingida por um raio.

17. Tenho medo de macumba.

18. Tenho medo de seitas macabras.

19. Tenho medo de falsidade.

20. Tenho medo de me casar.

21. Tenho medo de taquicardia.

22. Tenho medo de ficar sem maquiagem.

23. Tenho medo de ficar louca [será que é possível ficar mais?].

24. Tenho medo [pavor] de ver qualquer bichinho morto [choro horrores].

25. Tenho medo de comer todos os meus dedos.
.

Bom, por enquanto acho que são só esses...
A pergunta que não quer calar: Quem fica acordada até as 4h00min da manhã consegue fazer uma boa prova de Processo Civil às 8h00min?
Quem acertar ganha um doce.

sábado, 22 de setembro de 2007

Hi, people.

Tenho passado esses últimos dias meio sedada, à base de tranqüilizantes, antidepressivos e sono, muito sono. Pra piorar, estou em época de provas na facul.
Mas tal período conturbado vai passar e logo, logo, Aline estará de volta, blogando normalmente. Até porque... tadã [notícia boa, enfim. eeeee]:

Mandamos aquela Internet Ilimitada xexelenta do Speedy pro espaço, e agora minha Internet é a cabo! Urrú! Viva.

sexta-feira, 27 de julho de 2007

...

Sabe quando você fica se sentindo uma idiota?
Pois é... sem saber se a idiotice manifesta-se porque possui vida própria ou em virtude de alguma carência absurda, é assim que me sinto agora. Sentada, olhar perdido, Corinne Bailey Rae ao fundo. Ela acaba de cantar:

“Still I wonder why it is
I don’t argue like this
With anyone but you
We do it all the time
Blowing out my mind”

Pronto. F**** de vez. Choro copiosamente, entre soluços e batidas incessantes de um coração taquicárdico. Sou fraca assim, de sempre me entregar abruptamente. Sempre abrindo o peito, escancarando as portas e janelas e depois reclamando que o vento bagunçou tudo. Idiota. Preciso aprender a ser diferente e me socializar de qualquer outra maneira que não me cause tantos transtornos. Preciso entender porquê sou assim. Preciso parar de chorar até soluçar, de ficar com os olhos inchados e com o nariz vermelho, até porquê fico com cara de palhaço Emo nessas situações.
Não quero e nem posso mais me sentir tão sozinha; muito menos impedir os meus próprios progressos.

Só queria um buraco pra me enfiar. Um buraco onde tudo pudesse ser diferente, no melhor estilo Alice-no-País-das-Maravilhas. Isso. Aline precisa de um mundo diferente, incrível, fantástico e invertido, onde as flores cantem no jardim. Grande descoberta. Palmas.

Clap, clap, clap.


Só pra finalizar, uma tirinha do Daniel Lafayette.