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quinta-feira, 31 de julho de 2008

Questões que não levam ninguém a lugar nenhum

Por quê precisamos necessariamente ter um inconsciente?
As coisas não seriam bem mais simples se fizéssemos tudo conscientemente, do tipo “quero fazer algo da maneira ‘x’ e vou fazer assim porque eu [leia-se ‘meu consciente’] quero”, sem que obscuridades intelectuais ficassem atrapalhando tudo?
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Nota Mental: Não, eu não gosto de inconscientes.

terça-feira, 24 de junho de 2008

A inesperada sensação de compreensão da essência do ser

Eu entro na sala da terapeuta, transtornada.
Eu saio da sala da terapeuta, transtornada.
Ela me diz que estou apaixonada.

Apaixonada?
Socorro!

Enquanto isso, em meu pensamento insano surgem os clamores:
Socorro!
Tive uma crise paranóica de ciúmes.
Socorro!
Tive um súbito e incontrolável ataque de saudade.
Socorro!
Tive uma epifania.


É, talvez ela esteja certa...

Enfim, chego em casa, beijo o focinho da minha cachorra e penso que, agora sim, todas as peças se encaixam.

quinta-feira, 10 de abril de 2008

A máquina


Às vezes tenho algumas idéias infantis, inconcebíveis.
Por exemplo, ‘preciso de uma árvore que dê dinheiro’ ou ‘preciso de um chocolate que se regenere a cada mordida e não acabe nunca’.
Confesso que ambas as idéias me soam muito agradáveis, tanto a de uma árvore capitalista quanto a de um chocolate eterno. Mas na verdade a minha idéia inconcebível mais maluca e também aquela que eu mais gostaria que existisse, consiste numa máquina de fazer as pessoas felizes.

Como sou boba, meu deus.
No entanto, seria tão simples... se alguém estivesse triste, bastaria colocar o sujeito dentro da máquina, apertar um botãozinho qualquer e zóin: imediatamente teríamos uma pessoa feliz.
A tecnologia evoluiu bastante nos últimos tempos, mas infelizmente existem coisas que ela ainda não pode nos proporcionar... uma delas é essa tal máquina, que por enquanto só existe na minha mente fértil.

Uma pena.
E se algum dia a tecnologia evoluir a tal ponto, tenho a certeza plena de que será o maior invento do mundo.


*Lih passa por alguns distúrbios psicológicos às vezes mesmo.

sábado, 26 de janeiro de 2008

Post beudo

Sensação de nostalgia...
Sensação de quem perdeu tudo. Não importa o que você faça, já foi.
Há definições cabíveis para esse tipo de situação? Talvez, quem sabe.
Penso que ‘sumiço’ seria uma palavra adequada para expressar todo o meu desconforto.
Sério.
Que digam o que quiserem. “Você é complicada demais. Aposto que não sou a primeira pessoa que diz isso”.
Não, realmente não é.
Mas acontece que ninguém teve tato e sensibilidade suficientes pra me descomplicar até agora. Aliás... se isso já aconteceu, eu, por algum motivo idiota, pus tudo a perder.
Não que me arrependa. Tudo é válido como experiência e eu com certeza não seria a mesma pessoa que sou hoje se não tivesse passado por isso. Apenas me acho estúpida em determinados momentos por não me ater a alguns detalhes essenciais.

A propósito... onde eu quero chegar com todo esse papo maluco?
Whatever, nevermind.

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Trocando o coração pelo fígado

Ahhh, "a troca"!



*Desenho da Chiquinha.

Ps¹: ¬¬
Ps²: Clica que aumenta.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Drops de fim-de-semana

1. Sábado à tarde reservado para as compras no comércio. Início do meu tormento: escutar dos tiozões aquelas coisas bregas no pior estilo “Não sabia que boneca andava!” e similares. Isso me deixa deveras irritada.

2. Sábado à tarde ainda. Compras. Vuco-vuco. Passa um que tromba em você, outra que pisa no seu pé e derivados. Tudo caro, muito caro. Caos geral.

3. No comprei nem metade do que eu precisava no comércio, mas consegui operar o milagre da multiplicação da minha grana! Pena que ela não se multiplicou o suficiente, mãns... já tá bom. Aleluia! Bem, o lance é que com $100 eu consegui comprar: um corretivo facial, uma base, um pó compacto, um estojo de sombras, dois lápis de contorno, 5 peças íntimas e uma bolsa! Óóóóóóóó! Proeza total!

4. Minha amiga foi dopada no sábado à noite com substâncias altamente ilícitas para fins libidinosos e eu tive que levá-la pro hospital. A vontade de matar o filho da puta que fez isso não passou ainda.

5. Chá de cozinha no domingo. Quanta presepada junta! Só fui nessa breguice porque era da minha tia e fui praticamente obrigada a ir.

6. Chaplin de domingo à noite. Um louco-muito-louco me seguindo e me dizendo coisas insanas por lá. Furto da minha nécessaire no banheiro, com toda a minha maquiagem.

7. Em decorrência do furto inusitado, tive que improvisar uma nova nécessaire e novas maquiagens. Resultado: o blush utilizado no improviso me deixou com aparência indígena! Uga-uga.

domingo, 25 de novembro de 2007

Balada alternativa

Balada alternativa ontem.
Cabeludos, tatuados, roupas pretas, moicanos, alargadores... algumas drogas, mas nada exagerado.
A convite do meu amigo Henrique fui tietar a banda dele num bar do qual eu nem sabia da existência e jamais iria imaginar que o lance seria tão doido...
A princípio todo mundo ficou me olhando como se eu fosse um etê. Claro! Lá cheguei eu, visivelmente sem nenhuma tatuagem, com o costumeiro scarpin salto fino, maquiagem, etc., enquanto todas as outras mulheres da festa tinham metade da cabeça raspada, tatuagem, e acessórios alternativos.
Bem, a música era boa [metal pesado], apesar da dancinha da platéia não ser nada original. Yeah, a coreografia resumia-se apenas a balançar a cabeça pra frente e pra trás! Fácil.

Mas nada me impressionou tanto quanto o freak show.
Um moço [com o qual eu vim a fazer amizade posteriormente] conduziu o show se auto-flagelando e eu nunca tinha visto uma bizarrice daquelas.
Imaginem que o cara subiu numa cadeira e levantou um galão de 5 litros amarrado no saco, além de ficar suspenso por correntes que estavam encrustadas nas suas próprias costas. O mais interessante é que a pintura do moço, as roupas e as músicas do show me lembraram muito o filme “Laranja Mecânica”, que por sinal é ótimo.
Quando eu virei pro lado pra perguntar pra uma moça se o cara teria que ir pro hospital após a apresentação, percebi que tinha uma garota caída no chão. “Essa bebeu demais”, pensei comigo, mas que nada: a menina tinha mesmo era desmaiado ao ver o show!

No mais... conheci posteriormente o moço que se apresentou, ele se chama Neto e é muuuito gente boa. Vai aí uma foto só pra vocês terem noção de como foi...

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Fala sééério.
*Clica na foto que aumenta.

sábado, 24 de novembro de 2007

Post sem pé-nem-cabeça

Ok. 04h35min e eu acabei de deixar a Tati na casa dela. Consegui chegar dirigindo e viva na minha casa [graaaças] e consigo/tento digitar de forma coesa até agora. É, a noite não foi fácil.
Talvez eu devesse ter ido no show sertanejo [“devesse ter ido”? isso existe??]... bem, o fato é que fui pro Pub e aquele lugar definitivamente me dá dor de cabeças.
Ok, isso é um post sem pé-nem-cabeça. E acho que pouquíssimas pessoas irão me entender.
O fato é que... eu gostaria de ter pelo menos alguém pra poder ligar e conversar agora: exatamente às 04h35min.
No entanto tenho que me conformar apenas com o meu cão.
E com toda essa vida de cão.