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domingo, 24 de agosto de 2008

Old people

Géntem, olha que site mais cute!
Você põe a sua foto e vê como seria a sua pessoa em mil-novecentos-e-bolinha.
Essa sou em eu 1966:



Ôe!
.
E esse é o meu namorado, em 1976:



É, coitado. Virou o Júnior Lima.
Enrosca o meu pescôôôço...

terça-feira, 24 de junho de 2008

Da falta de bom senso alheia

Acho muito digno preservar determinadas coisas, até porque o contrário implicaria numa completa falta de bom senso.

Hoje aconteceu algo que me fez parar pra pensar sobre isso: um ex namorado escrevendo algo para a atual no Orkut, que sempre dizia para mim.
Nem venham me falar que é ciúme meu, porque o ex é bem ex e não tem mais nada a ver faz tempo [além do que, ciúmes, só do meu namorado... hohoho], mas poxa... palhaçada né? Imaginem a cara da moça se soubesse que o namorado, aparentemente tão apaixonado, diz pra ela as mesmas coisas que dizia para as ex namoradas. Ohhh!

[*Espanto]

Olha, é sério. Quem diz a mesma coisa pra todo mundo, ou está mentindo, ou é bem imbecil, ou não tem o mínimo de criatividade. E as três coisas, na minha opinião, são muito escrotas.

Tenho um amigo que sempre faz coisas desse tipo. Ele namora duas meninas e no dia dos namorados preparou dois scrapbooks com várias fotos. No final, escreveu uma música nos dois. Detalhe: ele escreveu a MESMA música para as duas namoradas. E ainda realizou outra façanha: o moço comprou três alianças, uma para cada namorada e a outra para ele usar.
[E que elas nunca saibam da existência uma da outra, senão, dá-lhe barraco].

Enfim, docinhos... quando forem assumir um romance ou algo do gênero, preocupem-se em não se tornar completos boçais desorientados que fazem coisas desse gênero.
Porque oi? É patético.
^^


Ps¹: Ando numa crise de inspiração. Escrevo, escrevo e parece que nada fica bom. Argh, odeio isso.
Ps²: Talvez seja por causa dessas babaquices que eu seja tão ciumenta e desconfiada. Porque se algum dia meu namorado apronta uma dessas comigo eu enfarto, mas antes enforco ele. o/

terça-feira, 13 de maio de 2008

A saga do pão de queijo

Fazer faculdade de manhã acaba nos dando a oportunidade de presenciar algumas coisas engraçadas...
Apesar da cantina da facul ser bem meia boca, lá eles fazem um pão de queijo delicioso [e cara... eu amo pão de queijo]. Durante esse tempo frio a procura pelos supracitados pãezinhos cresce desesperadamente, e a cena de vários mortais se estapeando na fila para garantir o seu torna-se uma constante toda manhã.

Pois bem. Eis que hoje sai Aline de sua aula de Direito Civil, mortíssima de fome, sonhando com um pão de queijo imaginário a esperá-la. Ao chegar na cantina com sua colega de sala [que também estava doida atrás de um pão de queijo], verifica que os fofinhos já haviam sido totalmente devorados pelos pobres universitários famintos.

Enquanto Aline demonstra toda a sua indignação para a tia da cantina, um rapaz irritado berra ao seu lado: “P*** que pariu, já acabou o pão de queijo??”.
Em meio a tal clima conturbado, a esperta garota tem uma idéia brilhante. Plim.
Propõe à sua colega: “Cá, vamos no café da esquina buscar pão de queijo?”, ao que obtém prontamente como resposta “Obaaa, vamos!”.

E lá se vão as duas.

Lá chegando, dois saquinhos com porções apetitosas de pães de queijo as esperavam. Os dois últimos saquinhos, que elas compraram sem pestanejar.

Ao pegarem os preciosos pães de queijo, surge um moço desesperado no café, que indaga à garçonete: “Já acabou o pão de queijo??”. Ao ouvir a resposta, sua expressão se transfigura em desapontamento e ele sai.

Aline, a universitária sortuda munida de seu pão de queijo, compra ainda um brigadeiro para comer ‘a posteriori’ e enquanto sai do café ouve uma moça da sua sala pedir à garçonete: “Me vê um pão de queijo?”. A resposta? “Acabou”.

Então ela pensa consigo mesma: “Hihi, se f****. O pão de queijo agora é meu!”.

Enfim... quem ganhou a batalha do pão de queijo? Quem? Quem?
A graaande Aline. :]
Viva.
o/

sábado, 12 de abril de 2008

Comédias da Internet

Impressionante os diálogos que rolam no meu MSN. Alguns são tão incrivelmente bizarros que me sinto tentada a postá-los aqui.
Ok, então bóra.

Contexto da conversa: cara-bombadinho-acéfalo-que-luta-jiu-jitsu vem puxar papo no MSN. O nome será ocultado para preservar a identidade do ser.

f diz:
vamos sair comigo hoje vaiiiiiiiiiiiii
Lih diz:
nã, nã.
Lih diz:
to bem de boa, sério
f diz:
sua chataaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
Lih diz:
não adianta. desencana, baby. :I
f diz:
como vc é ruimm :(
f diz:
valews
f diz:
:(
Lih diz:
oun.
Lih diz:
):

Well. Penso que um ser que escreve a palavra "chata" com 38 "a"s e a palavra "vai" com 13 "i"s não merece sair comigo. Nem com qualquer outra pessoa que mantenha preservada pelo menos 15% de sua capacidade cerebral.
O que ele merece mesmo é um curso avançado que o ensine a não digitar como um idiota.
Blá.

A não ser que ele tenha mal de Parkinson e fique tremendo a mão, batendo o dedo na mesma tecla a todo minuto [do tipo: ‘sua chata-a-a-a-a-a-a’ e vai batendo o dedo de modo compulsivo na tecla ‘a’, compelido pelo efeito de sua terrível enfermidade].
Poxa, se for isso mesmo... coitado.
*Dó.
):

Ah, imaginei também essa mesma conversa, só que ao vivo.
E confesso que ri descontroladamente.
Caraca!



*Ps: Vira e mexe eu também saio por aí escrevendo coisas com várias letras repetidas, mas po... 38 letras iguais em seqüência foi de provocar espasmos no mais puro íntimo do meu ser. Juro.

quinta-feira, 10 de abril de 2008

A máquina


Às vezes tenho algumas idéias infantis, inconcebíveis.
Por exemplo, ‘preciso de uma árvore que dê dinheiro’ ou ‘preciso de um chocolate que se regenere a cada mordida e não acabe nunca’.
Confesso que ambas as idéias me soam muito agradáveis, tanto a de uma árvore capitalista quanto a de um chocolate eterno. Mas na verdade a minha idéia inconcebível mais maluca e também aquela que eu mais gostaria que existisse, consiste numa máquina de fazer as pessoas felizes.

Como sou boba, meu deus.
No entanto, seria tão simples... se alguém estivesse triste, bastaria colocar o sujeito dentro da máquina, apertar um botãozinho qualquer e zóin: imediatamente teríamos uma pessoa feliz.
A tecnologia evoluiu bastante nos últimos tempos, mas infelizmente existem coisas que ela ainda não pode nos proporcionar... uma delas é essa tal máquina, que por enquanto só existe na minha mente fértil.

Uma pena.
E se algum dia a tecnologia evoluir a tal ponto, tenho a certeza plena de que será o maior invento do mundo.


*Lih passa por alguns distúrbios psicológicos às vezes mesmo.

segunda-feira, 31 de março de 2008

A arte de desagradar

Imaginem uma pessoa que consegue desagradar à primeira, à segunda e à terceira vista. Essa pessoa se chama Aline e está a vos escrever neste momento.

Sim, já ouvi de tudo: pedante, arrogante, metida, patricinha etc... ih, existe uma infinidade de adjetivos a mim imputada pelas línguas alheias. Uma das últimas pérolas que soube foi a de um conhecido gay: ele falou pra um amigo que eu era uma “azia”.
Ri.
Isso me fez lembrar a minha música: “ela é pró na arte de pentelhar e aziar / é campeã do mundo”. Quem conhece Raimundos, sabe.

Mas hoje tive ciência de uma coisa que me deixou deveras intrigada... uma suposta amiga de faculdade disse que não suportava o meu ar-de-superioridade. Achei tenso.
Até consegui manter a calma, mas vindo de quem veio confesso que me chateou bastante. Enfim, cada um é livre pra pensar aquilo que bem entender, certo?

Eu não me considero uma “menina-nojinho”, que acha que sabe tudo ou afins. Pelo contrário, tenho o maior prazer em ser simpática com todo mundo e, se eventualmente sei mais que alguém sobre determinado assunto, tento abordar a questão com a maior humildade e respeito.

O problema é que muitas pessoas falam /pensam mal de mim e o fazem essencialmente por 3 motivos: 1. por não me conhecerem bem; 2. por recalque; 3. pelos dois motivos em conjunto.
E aí, serei muito franca... que morram todos de coceira por oxiurius.
Porque preconceito mata. E recalque também.
^^

domingo, 3 de fevereiro de 2008

Manifesto

Seguinte, deixarei aqui meu manifesto enfurecido:
Eu quero que todos morram de conjuntivite!

Que a Ivete Sangalo pegue conjuntivite.
Que a Daniela Mercury pegue conjuntivite.
Que a Margareth Menezes pegue conjuntivite.
Que a Cláudia Leite pegue conjuntivite.
Que todos os integrantes do Chiclete com Banana peguem conjuntivite.
Que o Luiz Caldas pegue conjuntivite.
Que o Padre Marcelo Rossi pegue conjuntivite.
Que a Mara Maravilha pegue conjuntivite.
Que o Mc Créu pegue conjuntivite.
Que a Sasha pegue conjuntivite.

Que os que estiverem vestidos peguem conjuntivite.
Que os que estiverem pelados também peguem.
Que os loiros peguem conjuntivite.
Os morenos também.
Os ruivos, não menos.
E que até os carecas sofram de conjuntivite.

Porque eu concordo em gênero, número e grau com o meu amigo Vi quando ele diz que “se todo mundo pegasse conjuntivite, ninguém teria medo de pegar conjuntivite de ninguém e o mundo viveria em harmonia novamente”.
Todos com os olhinhos vermelhinhos e inchadinhos. Mega lindo isso.

E não é que faria sentido mesmo?

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Hoje...

É reconfortante saber que a esperança nem sempre é em vão.
Em alguns momentos as coisas tomam rumos inconvenientes mesmo, e aí pode parecer que a vida perdeu todo o brilho, toda a cor. Nesses casos, muitos tendem a se desiludir e perder as esperanças, pois problemas serão sempre contínuos na vida de qualquer um. Mas apesar de tais desprazeres, sempre há a tal luz no fim do túnel. E eu percebi isso hoje.

Percebi que as pessoas ainda podem ser felizes, e sempre poderão ser enquanto houver amor e bondade nesse mundo essencialmente cruel e desonesto. Hoje tive amostras e me considero feliz por poder conviver com diversas pessoas especiais.

É isso.
*Lih totalmente feliz hoje.

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

[...]

O que pode separar as pessoas?
A intolerância? A falta de afeto? A distância?

Bem... a intolerância, na verdade, nada mais é do que mero resquício da falta de compreensão em um relacionamento. Se ela separa as pessoas? Obviamente, até porque a compreensão consiste no próprio entendimento do outro, abrangendo tanto suas qualidades quanto defeitos. E se uma pessoa não consegue entender a outra, a tendência é que haja mesmo um afastamento entre elas.

Já a falta de afeto é ainda mais categórica no sentido de distanciar as pessoas: não há relacionamento [excetuando-se os profissionais e afins], que resista se não houver uma contínua reserva de afeto. Isso simplesmente porque as pessoas precisam de afeto, e por mais auto-suficiente que seja, ninguém consegue sobreviver sem ele.

A distância? Bem, a distância física nem sempre separa as pessoas. Pelo contrário, muitas vezes faz com que elas se unam através de um mesmo pensamento, uma mesma sintonia.
O único problema é que a distância provoca saudade.
E a saudade dói...

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Não é transtorno bipolar!

De acordo com a minha terapeuta, de vez em quando é válido querer matar alguém. Vejam só, eu disse “querer” [não sou uma homicida, pelo menos não ainda].
Pois bem, pode ser o melhor amigo, a mãe, o irmão, e até o seu adorável cachorrinho.
Pode ser aquele desconhecido no elevador que encheu o teu saco falando sobre a mudança do tempo, pode ser o chefe que passa o dia todo te fiscalizando, o professor de Processo que insiste em contar piadas imbecis durante a aula, ou o cara idiota que te mandou aquele “ôôô gostosa” na rua, enfim... são inúmeras as possibilidades.
É, meu caro. Você quer matar todos eles com requinte de crueldade.
Eis que de repente...

Você para pra raciocinar e constata que nada disso vai resolver lhufas na tua vida, e que ficar encanada só vai te trazer ainda mais problemas.
E então?
Então você simplesmente sai por aí dançando, feliz e contente... e quer saber? Que se explodam todos!
Sua saúde [física e mental] agradece.

*Tira de Chiquinha.

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

E viva o fim de ano!

*Escritos adaptados sobre o fim de ano.

O fim de ano traz consigo neuroses do tipo “onde-é-que-você-vai-passar-o-reveillon”. Funciona assim: quando alguém te perguntar, você imediatamente deve responder algo extraordinário:
"Fui convidada para uma mega festa que terá ecstasy e depois uma orgia".
"Vou para uma ilha paradisíaca desconhecida, onde terá uma festa com orgia e ecstasy".
"Irei para um destino internacional luxuoso repleto de festas com orgias e ecstasy".


Por isso prefiro o Natal que, neste sentido, é mais democrático. Natal é igual para todo mundo: uma merda. Você vai à festa da família, seus parentes bebem e trocam acusações horríveis, você fica deprimida, ainda ganha uma meia e termina a noite chorando no escuro sozinha. Bem, ainda existem famílias que comemoram o Natal à moda antiga, inclusive com um tio fazendo o papel de Papai Noel, mas elas estão em extinção.

Já o Reveillon... Depois de escolher uma das três distintas opções, é preciso anunciar que você já comprou a passagem e se o seu amigo não comprou, você terá que alardear que "ele tem que correr, pois a essa altura, todos os vôos já estão lotados".

Isso sem falar na situação conjugal. Se você tem namorado desista de ter qualquer paz de espírito, pois esta época é marcada por brigas e acessos de ciúmes descontrolados. Isso ocorre principalmente se vocês estiverem na praia e você, de biquininho, atrair a atenção de algum banhista. Pergunte por aí. Todo mundo tem pelo menos uma história macabra envolvendo namorado e reveillon. Ser expulsa da casa de praia, passar o ano novo no quarto aos prantos lendo o livro do A.A. enquanto o namorado alcoólatra tem uma recaída, ser proibida pelo sujeito de ir passar o reveillon no mesmo trecho da orla são alguns dos casos relatados.

Se você não tem namorado e tem um caso, a situação pode ser ainda pior. Este assunto será um tabu e você ficará torcendo [sem a menor dignidade interior] para ele te convidar para passarem o Reveillon juntos. Quando for lá pelo dia 20 e ele anunciar que está indo para o Sri Lanka com um grupo de primas loiras e peitudas que surfam, você entrará em desespero e tentará viajar para QUALQUER lugar. Conseguirá apenas uma vaga nestas excursões que têm guia que anima o grupo com um microfone no ônibus.

Se você não tem namorado nem caso, a sua estupidez fará você viajar com um grupo de casais que, à meia-noite, vão se beijar e fazer juras de amor. E você ficará olhando para o além até que aquela cena acabe e alguém te dê um abraço. Quando você achar que o pior já passou, algum idiota vai lembrar que estamos no horário de verão e irá comemorar a data de novo uma hora da manhã. Sem falar no momento de “desejar tudo de bom” para pessoas que você acabou de conhecer. Não tenho nada contra passantes, mas desejar “tudo de bom" é de um cinismo que, sinceramente, me deixa constrangida.

Você acha que acabou? E o drama da roupa? Sempre igual: você vai fingir que não liga para isso e vai surtar na véspera, comprando um vestido de viscose brega com um cheque pré para fevereiro. Ou seja: seu arrependimento irá perdurar por um mês.

Gente, socorro! Alguém conhece alguma seita que combinou um suicídio coletivo ainda este ano? Se souberem, me avisem!

domingo, 25 de novembro de 2007

Balada alternativa

Balada alternativa ontem.
Cabeludos, tatuados, roupas pretas, moicanos, alargadores... algumas drogas, mas nada exagerado.
A convite do meu amigo Henrique fui tietar a banda dele num bar do qual eu nem sabia da existência e jamais iria imaginar que o lance seria tão doido...
A princípio todo mundo ficou me olhando como se eu fosse um etê. Claro! Lá cheguei eu, visivelmente sem nenhuma tatuagem, com o costumeiro scarpin salto fino, maquiagem, etc., enquanto todas as outras mulheres da festa tinham metade da cabeça raspada, tatuagem, e acessórios alternativos.
Bem, a música era boa [metal pesado], apesar da dancinha da platéia não ser nada original. Yeah, a coreografia resumia-se apenas a balançar a cabeça pra frente e pra trás! Fácil.

Mas nada me impressionou tanto quanto o freak show.
Um moço [com o qual eu vim a fazer amizade posteriormente] conduziu o show se auto-flagelando e eu nunca tinha visto uma bizarrice daquelas.
Imaginem que o cara subiu numa cadeira e levantou um galão de 5 litros amarrado no saco, além de ficar suspenso por correntes que estavam encrustadas nas suas próprias costas. O mais interessante é que a pintura do moço, as roupas e as músicas do show me lembraram muito o filme “Laranja Mecânica”, que por sinal é ótimo.
Quando eu virei pro lado pra perguntar pra uma moça se o cara teria que ir pro hospital após a apresentação, percebi que tinha uma garota caída no chão. “Essa bebeu demais”, pensei comigo, mas que nada: a menina tinha mesmo era desmaiado ao ver o show!

No mais... conheci posteriormente o moço que se apresentou, ele se chama Neto e é muuuito gente boa. Vai aí uma foto só pra vocês terem noção de como foi...

.
Fala sééério.
*Clica na foto que aumenta.

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Quebrando paradigmas.

Como é difícil nos desvencilharmos de preconceitos e quebrar paradigmas...
A própria relação ‘homem x mulher’ é a prova mais cabal dessa assertiva. Em que pese toda a liberdade sexual pregada pelas sociedades modernas, as pessoas ainda não se tornaram tão “modernas” assim.

Afinal, pensamentos como “mulher certinha é pra namorar e mulher bisca é pra pegar”, “homem bonito tem medo de compromisso”, “homem que namora por mais de 5 anos e termina vai direto pra farra” [entre outras premissas do mesmo estilo] parecem estar incutidos na mente das pessoas que habitam o mundo contemporâneo. Na verdade, é óbvio que nenhuma delas precisa se concretizar: ora, é perfeitamente possível que uma bisca se case, que um homem bonito assuma um compromisso, e que um homem que namorou por mais de 5 anos e terminou tenha uma fase mais tranqüila e caseira.
O que ocorre é que, em nossas cabeças, já está tudo previamente articulado, como se sempre soubéssemos o que vai acontecer. E isso é obra da sociedade preconceituosa em que vivemos.

Eu, como qualquer ser humano normal, não estou isenta de pré-conceitos, mas tento ao máximo evitá-los.
Pena que isso às vezes seja tããão difícil.
.
.
*Tira de Chiquinha.
Obs: mesmo esquema. Clica na tira que ela aumenta.

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Nova temporada.

Isso tá um tanto abandonado.
Ok, são os reflexos da nova vida... no restou mais tempo para o blog!
Pois é: a nova temporada do “Lih’s Life” inclui até um novo estágio, no qual ela caminha quilômetros a pé do alto de seu scarpin salto fino até chegar semi-morta ao Fórum Trabalhista. Com uma circunstância agravante, lógico: o agradável sol escaldante que bate em sua cabeça durante todo o trajeto.
(Y)
Muuuito bacana, heim.

Apesar de todos os pesares, ri horrores. O estagiário que me faz companhia é paiação, gargalhei com o figura!
Hooo!

Então, começa agora a nova saga da nova temporada de “Lih’s Life’.
Aguardem.

sábado, 6 de outubro de 2007

Sobre um pensamento crítico

Depois de assistir a uma palestra de um desembargador que, apesar de seguir uma linha de raciocínio brilhante [próxima ao ideal libertário], não admitia que alguém pudesse pensar um tanto quanto diferente da sua ‘ilustre’ opinião, comecei a analisar um pouco melhor o papel do jurista na sociedade. E não só o papel do jurista e do magistrado, como também de qualquer cidadão provido de pensamento crítico ou pelo menos um pouquinho de intelecto que seja.

Pois bem, o que extraí desse pensamento foi o seguinte: em primeiro lugar, não há uma verdade absoluta. Precisamos investigar a realidade, pois é perfeitamente possível a existência de várias verdades diferentes para um mesmo fato: tudo dependerá do ângulo de visão do observador. O que pode ser verdadeiro para mim em determinado momento [em virtude do meu modo peculiar de interpretar um fato], para você pode não ser [e vice-versa] e, no entanto, nenhuma delas deixa de ser verdade para cada um de nós. Existem, portanto, a minha verdade e a tua verdade, ambas perfeitamente verdadeiras, com o perdão da redundância.

Tentando explicar melhor: não é porque alguém interpreta algo de uma maneira diferente da minha [o que vai ocasionar, de modo inevitável, uma realidade distinta para cada um de nós], que a minha verdade é a mais idônea: ambas estão em pé de igualdade, ainda que as interpretações não sejam iguais. Aliás, elas não precisam ser idênticas, e dificilmente as são.
Seguindo tal raciocínio, penso que deve ser muito delicada a decisão de um juiz no sentido de decidir qual das verdades será a considerada por ele verdadeira numa sentença. Afinal, se podem existir várias realidades para o mesmo fato, como é que o sujeito vai dizer que ‘a verdade é x, alegada pelo autor’ ou ‘a verdade é y, alegada pelo réu’?

Isso não ocorre só com os juristas ou profissionais ligados ao Direito. Se um fato tem várias verdades para um juiz, naturalmente a terá também para nós, ‘reles mortais’. Isso mesmo. Ao contrário do que muita gente pensa, não é porque o cara é juiz que ele é mais bonito, mais inteligente, mais cheiroso, mais bem-amado, mais-mais do que qualquer outra pessoa. O cidadão apenas passou em um concurso da magistratura que lhe permitiu auferir o cargo de juiz. Ponto. Simples assim. No fundo ele continua sendo uma pessoa como todos nós, que come, bebe, sorri, chora, se diverte, faz sexo e que vai ao banheiro fazer cocô, por quê não?

Enfim, as pessoas costumam se achar com a razão. Aquilo que fazemos está certo do nosso ponto de vista, e o que o outro faz está certo do ponto de vista dele. E no final, nenhum está mais ou menos certo que o outro.
Ficou confuso?

Ahm... além de tudo isso, eu também pensei em mais coisas. Mas aí já fica pra outro post, porquê senão o raciocínio vai ficando cada vez mais complexo e daí embola tudo.
Então, beijinhos pípol.

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

About Gays

Eu simplesmente adoro gays.
Sério, acho o máximo o fato das pessoas se aceitarem como são, mesmo que nem sempre a sociedade aprove. O fato é que, não sei porque cardas d’água, os gays não costumam ir muito com a minha cara!
Não tem jeito, eu tento ser simpática, sorrio, converso, dou atenção... e eles ficam sempre me olhando de cima a baixo, como se eu fosse um etê. Ah, a careta, eles também sempre fazem uma careta pra mim.
Realmente não entendo... respeito bastante o espaço dos gays, nunca tive nenhuma atitude preconceituosa, pelo contrário, até me enquadro no ‘S’ do 'GLS' (Gays, Lésbicas e Simpatizantes). Mesmo assim, eles mostram-se um tanto descontentes com a minha presença.

Será que tenho cara de preconceituosa, homofóbica ou antipática?

Só queria mais amigos gays, gente... eles são tão divertidos! Snif!

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

Sobre a filosofia do Smile

É mesmo verdade que tudo na vida tem dois lados.
Antes, eu costumava me arrepender de tudo o que eu havia feito e que, por alguma razão, não havia dado certo. Não conseguia aprender com os meus erros, nem tirar deles qualquer lição que me ajudasse a agir de modo diverso.
Hoje me arrisco a pensar diferente, e de uma forma mais otimista: oras, se não deu certo, pelo menos alguma experiência foi vivida. Resta a cada um saber aproveitar o lado bom da história e aprender com ele.

Algumas pessoas insistem em optar pelo lado ruim dos fatos, e tornam-se infelizes e lamuriosas, afastando todos ao redor.
Por operar de tal forma, tais pessoas, mesmo sem querer, tornam-se sozinhas. E sempre culparão terceiros por isso, sem perceber que a origem de todo o mal se encontra nelas mesmas.

Quando alguém passa a valorizar as coisas simples da vida é que percebe o quanto é fácil ser feliz com elas.
Portanto, aproveite o lado bom das coisas: você pode se surpreender com os resultados!

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

Como seria a sua vida sem nenhuma mulher?

A mulher, durante muitos anos, teve uma educação diferenciada da educação dada ao homem. Enquanto ela era educada para servir, ele era educado para assumir a posição de senhor todo poderoso.
Durante séculos a opinião predominante na sociedade foi tal e qual a de Felipe de Novare, para quem “o sexo frágil foi feito para obedecer”. Era apenas isso o que a mulher representava: um mero objeto que inicialmente pertencia ao pai, após o casamento pertencia ao marido e, com o advento da morte deste, permanecia como propriedade do pai do falecido.
Até 1962, a mulher casada era considerada relativamente incapaz no Brasil. Dessa forma, não podia, sem o consentimento do marido, praticar diversos atos da vida civil, tais como: aceitar ou repudiar herança/legado, litigar em juízo civil/comercial (exceto os casos previstos na legislação da época) e exercer profissão.
Apenas em 1932, a mulher passou a ter direito de voto em nosso país. Em 1962, através do Estatuto da Mulher Casada, passou a ter capacidade plena do ponto de vista civil. Até então, sua vontade não era considerada totalmente válida pelo ordenamento jurídico pátrio.

Hoje, esse pensamento me parece por demais obsoleto. Entretanto e infelizmente, mesmo que a Constituição tenha consagrado em cláusula pétrea os direitos à igualdade, eles ainda permanecem num status utópico na sociedade contemporânea.
É muito comum ver homens que exercem as mesmas funções que mulheres, ocupando cargos mais elevados e com salários maiores. Porque tal distinção num país onde é garantido a todos os cidadãos o direito à igualdade, independente de raça, sexo, etnia e religião?
É exatamente nessas situações em que se demonstra toda a utopia da garantia de igualdade constitucional... e eu ainda acredito que um dia essa utopia finalmente possa se tornar realidade.

terça-feira, 14 de agosto de 2007

Somos quem podemos ser, sonhos que podemos ter...

Já faz algum tempo que percebi: eu não pertenço a este mundo, onde a banalização é a palavra de ordem, onde o que vale é o dinheiro que você tem, para onde vai e com quem se relaciona.
Não entendo o motivo das maldades, muitas vezes premeditadas pelas pessoas, porque eu jamais conseguiria planejar a queda de alguém. Talvez esse seja o meu problema: esperar que o modo de agir dos outros seja tal e qual o meu modo de agir.
Eu jamais conseguiria maltratar um animalzinho indefeso, por exemplo. No entanto, muita gente podre faz isso por hobby. Eu não conseguiria pisar em alguém para alcançar o sucesso profissional, mas conheço muita gente que sequer pensaria duas vezes antes de agir nesse sentido.
Eu não sou perfeita, mas felizmente, tais vícios não fazem parte da minha índole.

Do mesmo modo, a frieza e a superficialidade jamais fizeram parte dos meus padrões, entretanto, a grande maioria da sociedade tem-nas como premissas básicas. Por quê as pessoas são assim? Quem instituiu esse comportamento no mundo?

Não, eu não sei me conformar com situações que envolvam amoralidade, hipocrisia e desrespeito, não consigo. Aplaudo rebeldias nesses casos e até participo delas, afinal, qualquer tentativa é válida para quebrar esses paradigmas.
Mas, de que adianta gritar e protestar se são poucos os que estão dispostos a ouvir?

Falta bondade, gentileza e solidariedade nesse planeta. Por isso, quando eu crescer, vou morar em Marte!