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sábado, 28 de agosto de 2010

Pai

Nessa semana ele se foi.

Eu nasci numa terça-feira, ele se foi numa terça-feira. Meu início, seu fim.

Ainda é difícil crer que tudo aconteceu dessa forma. Me lembro de quando era criança, de quando me levava nas bancas de revistas para comprar gibis, me lembro dos passeios de carro, das instruções que me passava sobre como comer bife embrulhado em salada de alface, me lembro do primeiro buquê de rosas que ganhei na vida, e foi dele, no meu aniversário de 7 anos. Me lembro do seu pranto por não ter conseguido ser mais presente. Eu me lembro, e como isso me doi agora.

Espero que saiba que eu o amei, mesmo na ausência. Ainda o amo, sempre amarei.

Rezo para que as luzes celestiais o acompanhem, sei que um dia nos encontraremos para partilhá-la. Até lá fica a esperança do nosso reencontro e a saudade que não cessa.

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

[...]

O que pode separar as pessoas?
A intolerância? A falta de afeto? A distância?

Bem... a intolerância, na verdade, nada mais é do que mero resquício da falta de compreensão em um relacionamento. Se ela separa as pessoas? Obviamente, até porque a compreensão consiste no próprio entendimento do outro, abrangendo tanto suas qualidades quanto defeitos. E se uma pessoa não consegue entender a outra, a tendência é que haja mesmo um afastamento entre elas.

Já a falta de afeto é ainda mais categórica no sentido de distanciar as pessoas: não há relacionamento [excetuando-se os profissionais e afins], que resista se não houver uma contínua reserva de afeto. Isso simplesmente porque as pessoas precisam de afeto, e por mais auto-suficiente que seja, ninguém consegue sobreviver sem ele.

A distância? Bem, a distância física nem sempre separa as pessoas. Pelo contrário, muitas vezes faz com que elas se unam através de um mesmo pensamento, uma mesma sintonia.
O único problema é que a distância provoca saudade.
E a saudade dói...

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Independência emocional

Já diria Renato, em Sereníssima:


Sou um animal sentimental
Me apego facilmente ao que desperta meu desejo
Tente me obrigar a fazer o que não quero
E você vai logo ver o que acontece.
Acho que entendo o que você quis me dizer
Mas existem outras coisas...


E a independência emocional então virou definitivamente uma lenda...
o/
wow!

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

O "quase" retorno...

Gente... mudança ‘quase’ acabada, exceto por um detalhe ou outro...
Acho que ainda fico mais alguns dias sem computador, já que o cara-do-Speedy tem que ir lá em casa ver como é que vai fazer pra acertar não-sei-quais-detalhes do computador (pois não entendo nada disso).
Tsc, tsc. Essas coisas cansam a minha beleza, viu...

No mais, estou morrendo de saudades de todos os blogueiros e de postar também.
Por isso, oremos pela volta rápida do meu computador, irmãos. Que ele se recupere e volte para o seio de sua família o quanto antes.
Snif.

Obs: Agradeço a todos os visitantes que continuam visitando o Smile, mesmo durante a minha ausência. Isso me deixa deveras feliz. Mesmo.
Vocês são uns fofos e eu adoro a todos!

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Mudança II

Gente, ficarei ausente durante alguns dias em virtude da mudança... ho, ho, ho!

Prometo que assim que voltar passo no blog de todos vocês e comento, ok?

E se eu conseguir, posto algo da faculdade também.
Beijinhos e boa mudança pra mim!
:)

quarta-feira, 29 de agosto de 2007

Mudança

Mudança. Caixas por todos os lados da casa. Um monte de tranqueira sendo jogada fora. Coisas que eu nem lembrava mais que existiam surgem diante dos meus olhos.

Arrumando hoje as coisas para a mudança de sexta-feira, me senti um tanto nostálgica. Achei cartas, bilhetinhos que eu trocava durante a aula com as amigas no colégio, fotos etc.
Sei que pode soar meio clichê, mas as nossas vidas realmente passam rápido demais... parece que foi ontem que eu freqüentava o colégio toda uniformizada, colava nas provas de química (eu sempre detestei química), passava cola nas provas de português (que eu adorava) e tinha dificuldades de relacionamento com as meninas, já que elas passavam o dia falando sobre moda, academia e sexo (acreditem, hoje em dia é tudo muito precoce).
Nessa época minha mãe ainda impunha horários para eu chegar em casa (normalmente até as 23:00), aliás, era sempre ela quem ia me buscar nos lugares.
Agora, bem ou mal, eu já sou uma motorista, não freqüento mais o colégio e sim a faculdade, e chego em casa a hora que eu quiser.

Quando me dei conta, já estava tudo nesse novo ritmo... e meus dias de adolescência ficaram pra trás em caráter definitivo. Nunca mais os terei.
E isso me traz muitas saudades...