Já diria Renato, em Sereníssima:
♪
Sou um animal sentimental
Me apego facilmente ao que desperta meu desejo
Tente me obrigar a fazer o que não quero
E você vai logo ver o que acontece.
Acho que entendo o que você quis me dizer
Mas existem outras coisas...
♪
E a independência emocional então virou definitivamente uma lenda...
o/
wow!
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quinta-feira, 22 de novembro de 2007
sábado, 13 de outubro de 2007
Bah
Várias mudanças, todas ao mesmo tempo.
Solteira, na balada, conhecendo gente de todos os tipos, passando a dirigir, experimentando várias sensações diferentes.
E inclusive, virando uma sinuqueira [vide vídeo abaixo].
Solteira, na balada, conhecendo gente de todos os tipos, passando a dirigir, experimentando várias sensações diferentes.
E inclusive, virando uma sinuqueira [vide vídeo abaixo].
...
Bah.
Falta-me inspiração para postar ultimamente.
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
Devaneios
3:15 da manhã.
Ela se levanta da cama porque está agitada e não consegue dormir. Abre a janela e as luzes da cidade se refletem em seu rosto, fazendo-a fechar os olhos.
Caminha até a cozinha ainda sonolenta, pega um copo de Coca-Cola e se põe a pensar na problemática da vida. Da sua vida.
Ela percebe que apesar das marcas do tempo, ano após ano, ela ainda conserva dentro de si aquela garotinha vulnerável de 10 anos atrás.
Mas ela quer se bastar, ser independente. Não quer ser mais a criança frágil, que precisa de tantos colos quantos forem possíveis e da atenção máxima das pessoas para se sentir aceita.
Ela quer fazer suas leis e celebrar sua autonomia.
Sim, ela sabe o que quer.
Só não sabe ainda como fazê-lo.
Ela se levanta da cama porque está agitada e não consegue dormir. Abre a janela e as luzes da cidade se refletem em seu rosto, fazendo-a fechar os olhos.
Caminha até a cozinha ainda sonolenta, pega um copo de Coca-Cola e se põe a pensar na problemática da vida. Da sua vida.
Ela percebe que apesar das marcas do tempo, ano após ano, ela ainda conserva dentro de si aquela garotinha vulnerável de 10 anos atrás.
Mas ela quer se bastar, ser independente. Não quer ser mais a criança frágil, que precisa de tantos colos quantos forem possíveis e da atenção máxima das pessoas para se sentir aceita.
Ela quer fazer suas leis e celebrar sua autonomia.
Sim, ela sabe o que quer.
Só não sabe ainda como fazê-lo.
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